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sábado, 15 de janeiro de 2011
PRESTANDO CONTA.
O VEREADOR RICARDINHO,PRESTOU CONTA EM UM CONCEITUADO JORNAL LOCAL DA CIDAE DO CABO DE SANTO AGOSTINHO,E TEM COMO LOBE DE MANDATO ''UM MANDATO POPULAR''ESTE BLOG PERGUNTA DE QUE LADO ESSE VEREADOR SE ENCONTRA QUE NÃO SE PRONUNCIA QUNADO O ATUAL MANDATÁRIO DO LEGISLATIVO DESTE MUNICÍPIO VEM PERPETUANDO O CARGO DE PRESIDENTE DAQUELA CASA,SOLICITAMOS DA ACESSORIA DO VEREADOR QUE NOS ENVIEI,ASSUNTOS QUE ABORDE REALMENTE DE QUE LADO O VEREADOR SE ENCONTRA JA QUE VÁRIOS FATOS DESDE O INICIO DE SEU MANDATO TRAZEM DUVIDAS SOBRE SUA POSIÇÃO IDEOLOGICA POLÍTICA.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
DENUNCIA.
Prefeito inimigo do meio ambiente causa desmatamento na cidade do Cabo de Santo Agostinho, já são várias arvores derrubadas, á última localizada na Avenida Israel Felipe no bairro Roca, foi derrubada para dar visualização á uma câmera instalada naquela Avenida, isso é um absurdo prefeito Lula Cabral.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
FRASE DO DIA .
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas. Mário Quintana
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
FRASE DO DIA.
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
Mário Quintana
domingo, 2 de janeiro de 2011
FRASE DO DIA .
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Mário Quintana
A SEMANA É DE MÁRIO QUINTANA
Mario Quintana era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda, fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.
Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal.
Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Mario Quintana viveu grande parte da vida em hotéis: de 1968 a 1980, residiu no Hotel Majestic, no centro histórico de Porto Alegre, de onde foi despejado quando o jornal Correio do Povo encerrou temporariamente suas atividades, por problemas financeiros[2] e Quintana, sem salário, deixou de pagar o aluguel do quarto.[3] Na ocasião, o comentarista esportivo e ex-jogador da seleção Paulo Roberto Falcão cedeu a ele um dos quartos do Hotel Royal, de sua propriedade. A uma amiga que achou pequeno o quarto, Quintana disse: "Eu moro em mim mesmo. Não faz mal que o quarto seja pequeno. É bom, assim tenho menos lugares para perder as minhas coisas".[4]
Essa mesma amiga, contratada para registrar em fotografia os oitenta anos de Quintana, conseguiu um apartamento no Porto Alegre Residence, um apart-hotel no centro de Porto Alegre, onde o poeta viveu até sua morte. Ao conhecer o espaço, ele se encantou: "Tem até cozinha!".[4]
Em 1982, o prédio do Hotel Majestic, que fora considerado um marco arquitetônico de Porto Alegre, foi tombado. Em 1983, atendendo a pedidos dos fãs gaúchos do poeta, o governo estadual do Rio Grande do Sul adquiriu o imóvel e transformou-o em centro cultural, batizado como Casa de Cultura Mario Quintana. O quarto do poeta foi reconstruído em uma de suas salas, sob orientação da sobrinha-neta Elena Quintana, que foi secretária dele de 1979 a 1994, quando ele faleceu.[5]
Segundo Mário, em entrevista dada a Edla Van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.[6]
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
Mário Quintana não se casou nem tinha filhos.
Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal.
Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
[editar] Vida pessoal
A Casa de Cultura Mario Quintana, antigo Hotel Majestic.
Essa mesma amiga, contratada para registrar em fotografia os oitenta anos de Quintana, conseguiu um apartamento no Porto Alegre Residence, um apart-hotel no centro de Porto Alegre, onde o poeta viveu até sua morte. Ao conhecer o espaço, ele se encantou: "Tem até cozinha!".[4]
Em 1982, o prédio do Hotel Majestic, que fora considerado um marco arquitetônico de Porto Alegre, foi tombado. Em 1983, atendendo a pedidos dos fãs gaúchos do poeta, o governo estadual do Rio Grande do Sul adquiriu o imóvel e transformou-o em centro cultural, batizado como Casa de Cultura Mario Quintana. O quarto do poeta foi reconstruído em uma de suas salas, sob orientação da sobrinha-neta Elena Quintana, que foi secretária dele de 1979 a 1994, quando ele faleceu.[5]
Segundo Mário, em entrevista dada a Edla Van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.[6]
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
Mário Quintana não se casou nem tinha filhos.
[editar] Relações com a ABL
sábado, 1 de janeiro de 2011
POLÍTICA.
Um novo tempo começa para esfera política do nosso país, vamos acompanhar todos os acontecimentos no cenário político nacional, o tempo é de fiscalizar e protestar por tudo aquilo que é contra o povo, esse blog estará atento, para, denuciar e ficar ao lado do povo, um abraço e vamos á luta.
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